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CONFIRA

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terça-feira, 30 de outubro de 2018

terça-feira, 9 de outubro de 2018

HISTÓRIA DA ESCOVA DE DENTE

A história da escova de dente é mais antiga do que se imagina, haja vista que estudos arqueológicos encontraram provavelmente o primeiro objeto higienizador bucal de todos os tempos dentro de uma tumba egípcia. Datado de 3 mil anos antes de Cristo, o mesmo consistia na junção de alguns ramos com as pontas desfiadas. A existência de tal objeto nos mostra que a preocupação com a higiene dos dentes já era algo presente nas mais antigas civilizações.
Além dos egípcios, vários outros povos também deram seu jeito. A maioria deles utilizavam pequenos pedaços de madeira e palitos (ou apenas o dedo mesmo) para fazer a limpeza entre os dentes, além de ervas e chás para inibir o mau hálito. O poderoso imperador macedônico Alexandre, o Grande, tinha seu próprio ritual de higienização, o qual consistia no uso de uma toalha de linho para esfregar nos dentes todas as manhãs.
A história da escova de dente ainda nos leva a Roma Antiga, período em que os ricos patrícios tinham funcionários exclusivos para fazer suas escovações. Posteriormente, no século XV, os chineses desenvolveram um modelo de escova dental bem mais eficiente, pois se baseava em pelos de animais, com cerdas amarradas em pedaços de ossos. O grande problema era que os pelos dos bichos mofavam e também machucavam a boca das pessoas.
Para solucionar tais inconvenientes, em 1938 Robert Hutson desenvolveu a primeira escova dental com cerdas de nylon nos Estados Unidos. Estas escovas eram incomparavelmente melhores, pois permitiam limpar todos os dentes sem machucar as gengivas. Hoje em dia, existem inúmeros modelos e classificações de escovas dentais, de acordo com as preferências do usuário.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Gengivite atinge cerca de 90% da população mundial, diz OMS

A gengivite ou periodontite atinge cerca de 90% da população mundial, segundo dados da OMS. A doença é uma das principais causas de perda dental. Um sintoma comum é a inflamação com sangramento da gengiva.
Para a cirurgiã-dentista e diretora do Instituto de Odontologia e Saúde (IEO) de Vila Velha, Maria Bernadete Depoli, a causa mais comum é a má higiene bucal, com acúmulo de placa. “A doença começa com uma inflamação. Quando não tratada, ela evolui e pode resultar até na perda de dentes”, comentou.
Além de manter os cuidados com a boca, a dica é passar por uma avaliação do dentista a cada seis meses. Os pacientes com diabetes devem redobrar os cuidados. “Essas pessoas têm mais dificuldade de reagir a processos inflamatórios. Por isso, o acompanhamento precisa ser ainda mais atento”, completou.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Entenda os riscos da lente de contato dental, que fez Simaria perder os dentes

Na última semana, a cantora Simaria, que faz dupla com a cantora Simone, revelou que perdeu alguns dentes após colocar lente de contato dental. Mas qual o perigo do procedimento? Segundo a própria artista, o resultado não esperado se deu por consulta com profissional inexperiente. Pensando nos riscos, o Jornal Opção conversou com uma especialista sobre o assunto.
De acordo com a odontóloga e professora da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Goiás (UFG), Fernanda Maria de Castro, as lentes de contato de porcelana devem obedecer um protocolo de planejamento e execução que inclui: inventário de saúde geral, anamnese, exame clínico e radiográfico minucioso, análise da oclusão dentária (mordida e engrenamento dos dentes), fotos, planejamento clínico e digital do sorriso.
“Além disso, se faz necessário a análise do periodonto (gengiva e osso subjacente ao dente. Deve ser saudável”, acrescenta a especialista.
Apesar de o procedimento ser considerado seguro, é necessário ainda uma avaliação endodôntica, ou seja, dos canais, para que a sequência de preparos e moldagens dos dentes sejam perfeitas e para que as peças fiquem bem adaptadas ao dente. “Quando se quebra esse protocolo inicial, quando o diagnóstico e planejamento é relegado ao segundo plano ou desrespeitado, corre-se o risco de se obter lentes de contato de porcelana mal adaptadas ou com excessos que podem causar inflamações ou até abcessos no tecido gengival e futuras infiltrações cariosas na interface dente/lente de contato” explicou Fernanda.
Por isso, antes de qualquer paciente realizar esse tipo de tratamento, ele deve estar consciente e entender todo o processo de execução. Segundo a odontóloga, o cirurgião tem a obrigação e a responsabilidade de explicar e mostrar todos os detalhes do tratamento a que o paciente será submetido.
Antes da cirurgia, por exemplo, é possível buscar informações sobre o especialista no órgão que regula essa atividade profissional, que é o Conselho Regional de Odontologia. “Muitas vezes o paciente se baseia em propagandas e marketing de redes sociais apenas e se esquece de averiguar o currículo do profissional”, alerta.
A técnica
As lentes de contato de porcelana são facetas extremamente finas de até 0,3 mm de espessura que são coladas ao dente por meio de cimentos adesivos. São indicadas nos casos em que se faz necessária a harmonização da forma, tamanho e cor dos dentes. Com as lentes de contato de porcelana é possível aumentar o comprimento, largura e volume dos dentes e também melhorar a estética, construindo dentes mais claros -uma grande demanda na atualidade. A técnica de colocação das lentes se inicia com uma análise estética da face com fotos e planejamento digital do sorriso. Posteriormente realiza-se um “test-drive” do sorriso, aonde pode-se visualizar como será o sorriso antes de iniciar o tratamento. Após aprovação do formato, comprimento e cor por parte do paciente realiza-se então a confecção das lentes de contato.